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Espaços Kids são ótimas opções de lazer para crianças na orla

Unidades funcionam de terça a domingo, das 10h às 17h45

 

Os Espaços Kids na orla de Praia Grande têm sido um sucesso entre o público infantil. Os equipamentos, sediados nos bairros Canto do Forte, Aviação, Tupi e Ocian, já receberam mais de 3 mil crianças desde a abertura, no mês de outubro.

Voltados às crianças de 0 a 12 anos, os espaços são gratuitos e contam com a ambientação totalmente lúdica, com temas que promovem a reflexão por parte dos pequenos. Mesas digitais, brinquedos e atividades fazem dos espaços locais educativos e divertidos.

Os Espaços Kids funcionam de terça a domingo, das 10h às 17h45, com dez sessões de 30 minutos por dia, e intervalos de 15 minutos entre elas para a higienização do espaço.

Agendamento - Pais e responsáveis podem agendar a sessão para as crianças por meio do site turismo.praiagrande.sp.gov.br e por QRCode instalado no local. Caso não seja possível fazer o agendamento prévio, será necessário aguardar por ordem de chegada.

O regramento para a utilização dos espaços também está disponível tanto no site quanto pelo QRCode. É importante estar atento às regras para que as crianças possam ter segurança para aproveitar o espaço. Uma das normas é que a criança não deve ficar desacompanhada de um responsável maior de idade durante a utilização do equipamento.

TEMAS - Cada espaço tem temática diferente. Projetado como um grande castelo de areia, o espaço do Forte (próximo à rua Marechal Eurico Gaspar Dutra) remete à Fortaleza de Itaipu, um dos marcos turísticos de Praia Grande; na Aviação (próximo à rua Bartolomeu Dias), uma réplica lúdica de um avião monomotor.

Já no bairro Tupi (próximo à rua Uirapuru), o espaço tem formato de uma oca em homenagem à comunidade indígena; no bairro Ocian (próximo às ruas Sergio Paulo Freddi e Afonso Chaves), o formato é de uma concha gigante.

18/11/2021

Foto: Divulgação PMPG

 
Redação e ciências humanas dão início as provas do Enem

O Enem será aplicado nos dias 21 e 28 de novembro para mais de 3 milhões de estudantes no País. No primeiro dia, os par-ticipantes farão provas de lingua-gens, ciências humanas e reda-ção. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Ins-crição na Página do Participante no site enem.inep.gov.br.

O exame seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Pro-grama Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensi-no portuguesas que têm convê-nio com o Inep.

A versão impressa concentra a maior parte dos candidatos. Segundo o Inep, 3.109.762 estão inscritos no Enem 2021. Destes, 3.040.871 farão a prova impressa e 68.891 a digital.

O Enem Digital foi aplicado pela primeira vez no início do ano, na edição de 2020. Na ocasião, porém, tanto as provas, quanto às datas de realização, foram diferentes das do Enem impresso. Em meio à pandemia, cerca de 70% dos inscritos não compareceu ao exame. A inten-ção é que, ano a ano, mais candi-datos façam a prova digital e que, até 2026, o Enem se torne totalmente digital.

 

O QUE LEVAR – Além do documento oficial de identifica-ção com foto e caneta esfero-gráfica de tinta preta, fabricada em material transparente, a máscara de proteção facial é item obrigatório.

De acordo com o edital do exame, os participantes que não estiverem com máscara não po-derão ingressar no local da pro-va. A regra vale tanto para o Enem impresso quanto para o digital. Durante todo o exame, deverão usar a máscara cobrindo o nariz e a boca.

O edital traz também uma série de documentos de identifi-cação aceitos no Enem: Carteira de Identidade, CNH, passaporte e Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997.

A caneta esferográfica preta, fabricada em material transpa-rente, é obrigatória também para os candidatos do Enem digital, já que a redação será feita em papel e não no computador, como o restante da prova.

Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participan-tes levem também pelo menos uma máscara extra para trocar durante a prova. Haverá álcool em gel para higiene das mãos, mas é permitido que levem seu próprio produto caso desejem.

Como se trata de uma prova longa, também é recomendado que levem lanche e água e/ou outras bebidas (não alcoólicas).

 

ITENS PROIBIDOS – Os candidatos não podem portar nenhum dispositivo eletrônico, nem fones de ouvido, óculos es-curos e artigos de chapelaria, ca-neta de material não transparen-te, lápis, lapiseira, borrachas, ré-guas, corretivos, livros, manuais, impressos, anotações, protetor auricular ou relógio de qualquer tipo. Esses objetos são coloca-dos dentro de envelope lacrado e devolvidos ao final da prova.

 
Diabetes poderá atingir 21,5 milhões de pessoas em 2030

Segundo pesquisa do IDF cerca de 537 milhões de adultos entre 20 e 79 anos vivem com diabetes no mundo

O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos (20 a 79 anos). Com estes números, perde apenas para a China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. De acordo com informações do Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), existe uma conjectura de que a doença chegue em 2030 a 21,5 milhões no Brasil.

 

A IDF aponta que cerca de 537 milhões de adultos entre 20 e 79 anos estão vivendo com diabetes no mundo e este valor pode chegar a 643 milhões até 2030 e 784 milhões em 2045.

Levando estes números em consideração, o Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, foi uma data escolhida pela Federação Internacional de Diabetes e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para reforçar a conscientização a respeito da doença.

Desde o início da pandemia do coronavírus, a quantidade de pessoas diagnosticadas com diabetes em todo o mundo aumentou 16%, passando de 463 milhões para 537 milhões de pacientes convivendo com a doença. Os dados também foram divulgados pela IDF.

A condição se fez presente em consequência de uma mudança de hábitos associada ao isolamento social. As restrições necessárias para conter a disseminação do vírus fizeram com que diminuísse a prática das atividades físicas, o que influencia diretamente no controle dos níveis de açúcar no sangue.

Além da falta de exercícios, o aumento de peso foi um fator comum entre os diabéticos recém-diagnosticados. Estudos nacionais demonstram que, em média, os brasileiros ganharam cerca de 10kg durante a pandemia, fator que dificulta a ação do hormônio insulina no organismo.

Para a médica endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Regional Bahia, Thaisa Guedes, muitos fatores explicam esse dado, entre eles a falta de acesso à informação, ao diagnóstico e o tratamento adequado por grande parte da população.

Outros fatores de risco para o diabetes são: obesidade ou sobrepeso, pressão alta, colesterol ou triglicerídeos altos, história de pré-diabetes, diabetes gestacional ou presença de diabetes na família.

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar), transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.

O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte. Existem três tipos de diabetes: Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional.

A diabetes Tipo 1, é uma doença crônica não transmissível e hereditária, que aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticada em adultos também. Pessoas com parentes próximos que têm ou tiveram a doença devem fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue.

Já o Tipo 2, ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa do diabetes tipo 2 está diretamente relacionada ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares inadequados.

E a diabetes gestacional ocorre temporariamente durante a gravidez. As taxas de açúcar no sangue ficam acima do normal, mas ainda abaixo do valor para ser classificada como diabetes tipo 2.

18/11/2021
Foto: Divulgação

 

 
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