Sem Marinho, Diniz tem dificuldade para encaixar Santos e busca solução no elenco

O atacante Marinho não joga desde a goleada do Santos por 4 a 0 sobre a Juazeirense, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Nos últimos três jogos, por suspensão pelo terceiro cartão amarelo no Campeonato Brasileiro e problemas físicos, o camisa 11 desfalcou o Peixe e deu uma dor de cabeça para o técnico Fernando Diniz.

Suspenso, Marinho não enfrentou a Chapecoense pelo Brasileirão. Depois, com dores no reto femoral, não entrou em campo na partida de volta contra a Juazeirense. E, no último domingo, desfalcou o Santos no clássico diante do Corinthians por causa de um hematoma na coxa esquerda.

 

Enquanto Marinho se recupera para tentar entrar em campo na quinta-feira, dia 12, diante do Libertad, do Paraguai, pela partida de ida das quartas de final da Sul-Americana, na Vila Belmiro, às 21h30 (de Brasília), o técnico Fernando Diniz tem um dilema e busca uma solução.

 

Sem Marinho, Diniz tem escalado o ataque do Santos com dois pontas: Marcos Guilherme, pela direita, e Lucas Braga, pela esquerda. Os dois, porém, estão acostumados a jogar na esquerda. Quando os dois jogam juntos, um precisa ser "sacrificado". E o Peixe tem tido dificuldade para se adaptar a essa rotina, com um atacante quase que improvisado.

 

No clássico diante do Corinthians, e durante parte da partida contra a Chapecoense, o Santos jogou com o meia Carlos Sánchez quase colado na linha lateral, pela direita, enquanto Marcos Guilherme fechava no meio.

 

Propositadamente ou não, o Santos tem, em campo, buscado soluções para uma clara deficiência ofensiva pela direita. Com reservas diante da Juazeirense, o Peixe só atacou pela esquerda, lado que tinha o lateral titular, Felipe Jonatan.

 

10/08/21

 

Foto: Reprodução

 

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